Cansada de ser a que sempre dá conta de tudo?
Psicoterapia para mulheres que aprenderam a cuidar de tudo e de todos, menos de si mesmas.
Um processo estruturado para você recuperar a autoria da própria vida.
Bárbara Borges · Psicóloga Clínica (CRP 02/21751) · Mestra em Neuropsicologia Aplicada · Atendimento online
Isso soa familiar?
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Você sente que vive no piloto automático. Por fora tudo parece bem, por dentro há um vazio que você não sabe nomear.
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Quando tenta dizer "não", vem uma culpa que pesa mais do que o próprio cansaço. E você acaba cedendo de novo.
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Você é "a forte", "a que resolve", "a que nunca deixa ninguém na mão". Só que ninguém pergunta quem resolve as coisas por você.
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Você já não sabe mais o que quer de verdade. Só sabe o que os outros esperam que você faça.
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Você está exausta, mas parar parece impossível. Como se, se você desacelerar um minuto, tudo ao redor for desmoronar.
Se você se reconheceu em pelo menos duas dessas frases, este espaço foi pensado para você.
O problema não é você não dar conta.
É você ter deixado de viver a sua própria vida.
Você não está aqui por falta de inteligência, competência ou esforço. Pelo contrário, provavelmente é uma mulher que já conquistou muita coisa aos olhos do mundo.
O que está pesando é outra coisa: anos operando em função da expectativa alheia. Decodificando o que os outros precisam, antecipando o que vai deixá-los satisfeitos, cedendo para evitar o desconforto de decepcionar alguém.
Isso tem nome: autoabandono. E ele custa caro, em ansiedade, em exaustão, em uma sensação constante de estar representando um papel em vez de viver a própria vida.

O que é possível do outro lado
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Dizer "não" sem sentir que isso te transforma numa pessoa ruim.
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Descansar sem aquela voz cobrando o tempo todo o que você "deveria" estar fazendo.
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Tomar decisões (grandes e pequenas) pensando no que você quer, não no que os outros vão achar.
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Se reconhecer no espelho: saber quem você é além do que você faz pelos outros.
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Sustentar suas escolhas mesmo quando elas geram desconforto em alguém, sem se sentir culpada.
Você não precisa romper com tudo ou parar de se importar com quem você ama.
É possível agir de forma saudável e voltar a ser autora da própria vida, em vez de coadjuvante no roteiro alheio.
Um processo estruturado, não uma conversa aleatória
Meu trabalho segue o Método Desvelando Caminhos, um processo estruturado em 3 fases para você recuperar a autoria da própria vida. Pensada especificamente para você que vive esse padrão de autoabandono e hiperresponsabilidade, cada fase tem um objetivo claro, para que você saiba onde está e para onde está indo.
Não é um processo aberto e indefinido, nem uma fórmula genérica.
Um compromisso — não uma fórmula mágica
Esse processo exige presença e implicação. Não é sobre "5 dicas para colocar limites" ou uma solução em 3 sessões. É um trabalho de reconstrução de identidade, estruturado em um ciclo de sessões semanais ao longo de aproximadamente 6 meses. Isso pede tempo, consistência e disposição real para olhar para dentro.
Esse trabalho é para você se:
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Reconhece que chegou num limite e está disposta a mudar, não só a reclamar do que está errado.
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Valoriza compreender a raiz dos seus padrões, não apenas aliviar o sintoma.
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Está pronta para investir em si mesma como prioridade (de tempo e financeiramente).
Talvez não seja o momento se:
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Você busca uma resposta rápida ou um conselho pronto para uma crise pontual.
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Você está iniciando esse processo a pedido de outra pessoa, sem uma demanda genuinamente sua.
M. P.
Costumo dizer que a terapia é como ir para a academia com personal trainer. O "treino" é totalmente diferente... A terapia serve como um verdadeiro "raio-x" da mente, feito por um profissional totalmente imparcial. Terapia é autoconhecimento, autocuidado, é para quem busca evolução pessoal, para quem quer quebrar paradigmas. Terapia é desgarrar-se de conceitos e pré-conceitos de toda uma vida. Por fim, terapia é sentir segurança e conforto, pois quando se pensa que "tudo pode estar perdido", ela vem como um sopro de esperança, o que nos faz sentir que a vida é boa e há solução para tudo, sempre há uma saída. Agradeço muito a minha terapeuta, Dra Bárbara Borges, por todo o empenho, empatia e profissionalismo.
M. C.
Desde o início do acompanhamento posso dizer tranquilamente que cada sessão realmente vale a pena. Ao longo da psicoterapia, sempre me senti acolhida, escutada e acompanhada com cuidado e atenção. A Bárbara é muito humana e respeitosa na sua forma de conduzir a terapia, e isso me deixa muito segura e confortável.
No início a gente quer um resultado imediato, mas com o passar do tempo é que eu fui percebendo a importância do acompanhamento para o meu crescimento, tanto para respeitar as minhas emoções como para lidar melhor com os problemas que surgem no dia a dia. É isso, não é um processo imediato, mas é consistente, e a cada reflexão, aplicando as estratégias, conseguir ir adquirindo mais consciência das minhas mudanças.
J. M.
Desde a primeira sessão me senti segura e bem orientada. A Bárbara é uma psicóloga extremamente atenta e dedicada, em cada encontro percebo o cuidado, a clareza e a responsabilidade em suas colocações. Ao longo das sessões, fui conseguindo compreender melhor meus padrões, emoções e dificuldades... Isso foi me dando segurança e com o tempo os "resultados" do processo apareceram na minha rotina. Descobri que a psicoterapia não se trata apenas de "conversar", mas de um trabalho sério, com objetivos, que realmente promove mudanças. Aprendi também a importância do meu compromisso com o processo, pois como Bárbara sempre fala "a terapia acontece fora da sessão". O seu acompanhamento fez muita diferença no processo terapêutico, obrigada!


